top of page

Pará ganha Sindicato das Indústrias de Mel

  • Reginaldo Ramos
  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

Para fortalecer a cadeia produtiva e gerar emprego e renda o Sindimel surge da união entre apicultores, industrializadores e FIEPA com foco na verticalização e qualificação do setor.

O Sindimel está em fase de fundação e é uma iniciativa que reúne apicultores, industrializadores de mel e a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA).



O objetivo central do novo sindicato é unir e qualificar os apicultores paraenses, organizando a base produtiva para fortalecer o setor e dar mais competitividade ao mel da Amazônia no mercado nacional e internacional.

O objetivo central do novo sindicato é unir e qualificar os apicultores paraenses, organizando a base produtiva para fortalecer o setor e dar mais competitividade ao mel da Amazônia no mercado nacional e internacional.



A criação do Sindimel vem para suprir uma lacuna histórica. O Pará tem um dos maiores potenciais apícolas do país, com flora diversificada e produção em expansão, mas ainda carece de organização industrial e de verticalização. A proposta é justamente transformar essa realidade.



Entre as principais metas do sindicato estão: Fortalecer o setor produtivo do mel, dando representatividade jurídica e institucional à categoria; Impulsionar a verticalização da cadeia produtiva, incentivando o beneficiamento, envase e industrialização do mel dentro do Pará, agregando valor ao produto; Promover a geração de emprego e renda direta aos produtores, com capacitação, acesso a linhas de crédito e abertura de novos mercados; Qualificar os apicultores através de parcerias técnicas para boas práticas de manejo, certificação e rastreabilidade.



A iniciativa conta com o apoio e orientação técnica da FIEPA, através de sua Comissão Técnica, que tem sido fundamental para superar as fases legais de criação da entidade.

O sindicato, que está em fase final de fundação, terá na presidência o jornalista e produtor Reginaldo Ramos, que vem articulando o diálogo entre a FAPIC-PA, as associações regionais e os industrializadores. "O Sindimel nasce da força das abelhas e da união dos apicultores. Nosso desafio é transformar o potencial que já temos em uma cadeia produtiva forte, organizada e que gere renda de verdade para quem está no apiário. Vamos unir, qualificar e verticalizar o mel da Amazônia paraense", afirma Reginaldo Ramos, presidente da comissão de fundação.



Com a criação do Sindimel, o Pará dá um passo decisivo e histórico para organizar um setor que une desenvolvimento econômico, sustentabilidade ambiental e preservação da Amazônia.

 
 
 

Comentários


bottom of page